terça-feira, 9 de março de 2010

Weeeee

Eu virei Wario \o/ Agora a opção de multiplayer foi liberada!!
E só pra constar já sou "Professional" no tênis do Wii.

:D

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Leonardo di Caprio

Eu tenho uma coisa esquisita, acho que um monte de gente tem isso, que é o pensando encadeado. O pensamento encadeado se manifesta só na minha cabeça (dã) e me leva a pensar em um monte de coisas, que interligadas acabam por fazer sentido. A grande moral é que o que desencadeia o pensamento encadeado é uma coisa geralmente completamente nada a ver, tosca mesmo. Acabou de acontecer.

Grande parte das pessoas que me conhecem sabem que eu não tenho a melhor relação do mundo com o meu irmão. É uma verdade, infelizmente. Em algum ponto da nossa transição infância-adolescência-vida adulta aquela coisa de "mano", "mana" se perdeu. Hoje a gente conversa o essencial. Infelizmente.

Agora há pouco eu estava lendo uma notícia no Omelete que diz que o Leonardo di Caprio vai representar Frank Sinatra no cinema. Se vai mesmo acontecer, não importa. O que importa é que o Leonardo di Caprio me faz ter uma lembrança boa e ao mesmo tempo triste da minha infância-adolescência.

Eu devia ter uns 12, 13 anos quando estourou o sucesso Titanic nas telas dos cinemas. E claro, 99% das adolescentes da época eram apaixonadas pelo Leonardo di Caprio. Tudo bem, eu não achava ele lá essas coisas, mas gostei do filme. O meu irmão,na época, devia ter 12 anos e nessa época ele viu todas as colegas dele ensandecidas por esse ator.

E chega o meu aniversário. Dia 6 de maio. No meio da comemoração de família, que sempre foi bastante simples, ele pediu pro meu pai levar ele de carro em algum lugar. Na volta, um pacote enrolado numa sacola plástica que ele, envergonhado, jogou no meu colo, dizendo um "Feliz Aniversário". Abro e o que vejo: uma camiseta de mangas compridas com a foto do Leonardo di Caprio estampada na frente.

Na hora eu não entendi muito bem, até falei, quando mexeram comigo, que eu nem gostava do tal do Leonardo di Caprio... Mas hoje eu entendo. Ele quis me agradar. Ele quis demonstrar que ele gosta(va) de mim. E sempre que eu me lembro da carinha rechonchuda dele jogando aquele pacote no meu colo, eu tenho vontade de chorar. Por nesses momentos eu percebo que um dia ele gostou de mim, que a gente foi irmão e irmã de verdade.

Hoje eu também penso no que é a nossa relação e também tenho vontade de chorar. Porque o pouco que a gente tinha se perdeu.

Enfim: pensamento encadeado + Leonardo di Caprio = boas e melancólicas lembranças de família :-)

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

O novo membro da família

(Esse post foi escrito há umas duas semanas. Não sei porque não tinha vindo pro ar ainda, mas antes tarde do que nunca! Apresento-vos o novo membro da família Martins-Alves :-))

Ele chegou. Não num dia de sol, brilhante e incadescente, mas num dia de chuva.
Foi amor à primeira vista, não há como negar. Depois de procurarmos bastante, a dúvida mais evidente a cada dia ("Carro usado ou carro novo??") e uma parada sem nenhuma pretensão na Metrovel da Padre Cacique, o encontramos.

Eu já sabia que ele seria nosso. Mas ele precisava de um nome. Como tudo que entra na minha vida.

Olhei pra ele, branco e feroz. Forte. Brilhante. Como um trovão. Trovão!

Nasce o nome do nosso carrinho. Acho que nem o Gatinho sabia disso. Na primeira visita eu já tinha escohido o nome do nosso novo filhinho. Trovão!

Por enquanto sem fotos, ainda não deu tempo. Mas nosso. Percebem? Não meu, não dele. Nosso. Trovão.
Trovão é um Gol Branco, G III, 8V. O mais bonito de todos. O melhor. O nosso carrinho.

O significado que o trovão tem é muito maior do que um meio de transporte. É o NOSSO carrinho. A primeira coisa que adquirimos juntos. Pra ser NOSSO.

Trovão :-)

sábado, 10 de janeiro de 2009

Era uma vez o Bochechudo

O fusca mais legal que já existiu nesse mundo, o mais carismático. Não tinha quem não o conhecesse onde quer eu fosse. Até na minha formatura ele foi lembrado. "E o fusquinha??"
Era uma vez um carrinho...

Há pouco mais de quatro anos fui buscar ele com o pai. Seguia ele de Santana pra casa, namorando à distância e já antecipando a euforia de dirigir meu mais novo companheiro. Já de cara quando olhei pra ele enxerguei aquelas crianças bem gordinhas e queridas, que dá vontade de arrancar as bochechas. Nascia o Bochechudo.



A primeira volta foi hilária. Com toda a minha experiência de 3 meses de carteira eu nunca tinha dirigido um carro tão legal... e tão duro e solto! Caía nos buracos fazendo um barulho seco e sacudindo toda lata existente nele.
Fusquinha querido... A folga que tinha na direção era tão grande, mas tão grande que a gente já chamava de férias. Mas eu me acertei...

A partir daí ele foi se tornando cada vez mais companheiro. E companheiro tem que ser pra todas as horas. Inclusive aquelas que ele dá problema (e olha que não foram poucas...).
A primeira vez que ele deu problema no platinado eu fiquei empenhada no pior lugar do mundo: na Terceira Perimetral. Em obras. Muito trânsito. Liguei pro Tele-Pai e 40 minutos depois ele chega e conserta o carro com um elemento essencial em qualquer bolsa de mulher: uma lixa de unha! Depois disso até aprender a trocar platinado eu aprendi. E foi na praia, alguns meses depois que o Gatinho e eu trocamos (sozinhos) nosso primeiro platinado.

E essa não foi a única lição mecânica que aprendi... Aprendi a reduzir as marchas pra não deixar o carro apagar por causa do carburador entupido. Aprendi a dirigir sem freio. Isso mesmo, sem freio. Problema de vela, dirigir o carro apenas em três cilindros. Desmontei (e montei) as duas portas. Aprendi a instalar uma máquina de vidro. Passei uma tarde inteira com o pai tentando arrumar a buzina dele (e nunca conseguimos que funcionasse direito). Apertei milhões de parafusos. E a coisa mais legal de todas: aprendi a virar a ignição com uma moeda.

Claro que tinha uma série de "manhas" pra fazer ele funcionar: a bombeadinha de gasolina de manhã cedo, a batidinha no velocímetro pra o ponteiro funcionar, o "levanta e bate" pra fechar as portas, a tampa do tanque de gasolina que ninguém conseguia fechar direito.

Obrigada Bochechudo!

Nunca vou esquecer o abrigo nos dias de chuva, a primeira vez que passei cera na pintura, e a emoção de polir cada milímetro. Ou então da vez que trouxemos duas vezes o que ele comportava ao voltar da praia com a minha vó na carona e metade da casa como bagagem. As inúmeras caronas dadas... Acho que tu nunca tinha visto tanta gente diferente em um intervalo tão curto de tempo. Meu querido Bochechudo, vivemos uma história.

Por essas e outras sou grata, Bochechudo. Tu foi o melhor fusquinha que eu já pensei em ter. O mais querido. Um filho, meu primeiro carrinho. Em quatro anos, tu me forneceu lembranças e histórias para uma vida inteira. Meu querido fusquinha.


Hoje estou te aposentando, Bochechudo. Mas com a certeza que todas as lembranças e momentos que passamos juntos vão ficar guardados no meu coração.

Faz teu próximo dono tão feliz quanto eu fui contigo :-)

domingo, 28 de dezembro de 2008

Adeus Ano Velho!

Geralmente quando um ano chega ao fim, eu acabo fazendo um retrospectiva interna. Acho que todo mundo acaba fazendo isso e nesse ano em especial minha vida deu uma guinada furiosa! De certa forma fui jogada de vez na vida adulta (o que parece, uma mulher feita de 24 anos dizendo isso? Mas foi o que aconteceu...) e fui brindada com os momentos mais fantásticos de todos os tempos.

No meio do ano, defesa do TC. Acabou a faculdade. A-C-A-B-O-U.


Dois meses depois, e após ser expectadora de uma série de formaturas da CIC, lá estava eu, sendo a protagonista da minha formatura. Com direito à oratória e tudo.

Arrumei um emprego. Emprego de verdade. E descobri que o bom era mesmo quando eu só tinha que estudar...

Finalmente se aproxima o fim do ano. E eu penso que nada mais pode acontecer. Ledo engano. O Gatinho, grande amor da minha vida, me pede em casamento.

Aiai. Que ano!

O que eu posso fazer diante de tantas coisas boas? Agradecer, somente agradecer. Obrigada Papai do Céu!

E que venha 2009! (De véu e grinalda :D)