Fato: eu detesto cigarro. Tenho pavor da fumaça, do cheiro e de todos os malefícios que essa coisa pode trazer. Meus pais fumaram por mais de 20 anos e pararam. Acho que essa conscientização deles me deixou ainda mais intolerante. O importante é saber que eu DETESTO cigarro.
J. K. Rowling, em Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban introduz uma das figuras mais aterrorizantes da saga do bruxo adolescente, mais até que o próprio Voldemort (ops, falei o nome dele!!): os dementadores. Nesse livro eles aparecem pela primeira vez e o Harry é uma das pessoas que mais é afetado pelo sensação que os dementadores causam. E o qual o remédio para recuperar as forças após um ataque de dementadores?? Eu lhes digo, caros leitores, é uma arma que todas nós, fêmeas, utilizamos ferozmente, pelo menos uma vez por mês: o chocolate.
O Professor Lupin é quem medica o Harry quando ele tem o primeiro contato com esses seres do mau (sim, eles são definitvamente do mau), e lhe nada nada mais nada menos do quem um pedaço de chocolate.
Eu sempre soube que os benefícios do chocolate eram muito maiores do que a simples sensação de prazer que ele me causa ao ser degustado em um momento mensal crítico. Eu SEMPRE soube. E vem a J.K. e tira todas as minhas dúvidas...
Hoje, pra variar, meu carro estava no conserto. Na volta para casa, na parada de ônibus, sofrendo com um ataque de rinite que me assombrou o dia inteiro, eu tentava desesperadamente me conter quando fui atacada.
Um ser do mau, na fila do ônibus ao lado, estava com um produtor de dementadores no meio dos dedos. E a fumaça começou a me envolver de tal forma que eu não tinha mais o que fazer. Lembranças de ar puro começaram a me assombrar e gritar na minha mente - "apaga o cigarro na cara dela, apaga o cigarro na cara dela...". Mas eu não pude...
Como não existem patronos que nos livram de cigarros (e eu estava sem a minha varinha mágica), fiz a única coisa que podia naquele momento: abri a bolsa e, entre lenços e mais lenços de papel, estava lá. A minha salvação. A única coisa que eu podia comer pra me livrar da sensação do mau do ataque dos dementadores, quer dizer, da fumaça do cigarro. E eu comi. Chocolate.
Enfim caros leitores, o mundo mágico faz mais parte de nós do que pensamos. A partir de hoje, sempre terei um pedacinho na bolsa. Nunca se sabe quando eles vão aparecer.
quinta-feira, 7 de agosto de 2008
segunda-feira, 14 de julho de 2008
Como dormi a noite inteira escutando Créu
Meu irmão estava de aniversário no dia 7. Sexta à noite ele fez uma festa aqui em casa. Eu achei que estava pronta. Meus pais estavam em casa, era só chegar, me trancafiar no meu quartinho e dormir com o barulho. Mas não. Não era apenas barulho.
Passei a noite inteira escutando crééééuuuuu. Overdose cultural.
Mas hoje eu me vinguei. Acordei ele às 11:00 da manhã, com Beatles embaixo da janela dele.
Passei a noite inteira escutando crééééuuuuu. Overdose cultural.
Mas hoje eu me vinguei. Acordei ele às 11:00 da manhã, com Beatles embaixo da janela dele.
Espanha
Depois de chutar TODAs as outras vezes que tínhamos "Volta ao Mundo", finalmente eu acertei. Na sexta-feira passada meu amor me levou pra conhecer a Espanha. Fomos ao Tablado Andaluz. Que lugar legal!
O ambiente super aconchegante, com velas na mesa, e as pessoas de lá, simplesmente as mais simpáticas de todo o projeto.
Depois de me fartar comendo as paella marinheira, (de frutos do mar) e paella campeira (com carnes), assistimos a um show lindo de dança flamenca. Me deu até vontade de fazer...
Tinha uma menina de uns 12 anos, no máximo, com uma expressão facial digna dos artistas mais experientes... E a diretora da escola, que além de ter se apresentado belamente, também viemos a saber que é a responsável pela paella! Imagina!
E no final, após o show, que tinha música ao vivo, com um cara que tocava violão com cinco mãos ao mesmo tempo e a cantora que era do meu tamanho e cantava tri bem, a diretora-dançarina-fazedora-de-paella disse: "Pessoal, hoje não temos sobremesa, MAS, a nossa cantaora trouxe negrinho pra vocês!".
Que máximo! Isso sem falar na paixão que todos demostravam pela dança... Muito, muito, muito legal.
Altamente recomendado!
O ambiente super aconchegante, com velas na mesa, e as pessoas de lá, simplesmente as mais simpáticas de todo o projeto.
Depois de me fartar comendo as paella marinheira, (de frutos do mar) e paella campeira (com carnes), assistimos a um show lindo de dança flamenca. Me deu até vontade de fazer...
Tinha uma menina de uns 12 anos, no máximo, com uma expressão facial digna dos artistas mais experientes... E a diretora da escola, que além de ter se apresentado belamente, também viemos a saber que é a responsável pela paella! Imagina!
E no final, após o show, que tinha música ao vivo, com um cara que tocava violão com cinco mãos ao mesmo tempo e a cantora que era do meu tamanho e cantava tri bem, a diretora-dançarina-fazedora-de-paella disse: "Pessoal, hoje não temos sobremesa, MAS, a nossa cantaora trouxe negrinho pra vocês!".
Que máximo! Isso sem falar na paixão que todos demostravam pela dança... Muito, muito, muito legal.
Altamente recomendado!
terça-feira, 8 de julho de 2008
Diálogo sobre gripe no trabalho
Jamile diz:
ranho é uma merda
M@rcia diz:
hahaaa
M@rcia diz:
ranho eh ranho
M@rcia diz:
m,erda eh merd a
M@rcia diz:
nao misture
ranho é uma merda
M@rcia diz:
hahaaa
M@rcia diz:
ranho eh ranho
M@rcia diz:
m,erda eh merd a
M@rcia diz:
nao misture
terça-feira, 1 de julho de 2008
Quem me conhece sabe que eu não sou fresca. Mas depois que comecei a andar mais de carro (nos últimos dois meses eu só ando de Bochechudo) tenho uma certa ojeriza a pegar ônibus. Não sei se quando andava mais de ônibus não notava, mas parece que cada vez que eu pego o famigerado transporte coletivo as criaturas mais bizarras aparecem, as situações mais esdrúxulas acontecem.
Hoje não foi uma exceção.
Fui trabalhar de ônibus, já que tive de deixar o Bochechudo, meu amado fusquinha, no mecânico. Quando carros com quse 30 anos começam a estalar do nada é porque alguma coisa anda errada.
Estava lá a criatura bizarra. Ou melhor, não estava. Só o que meus parcos sentidos puderam perceber era um cheiro, em forma de senóide, de bergamota. Em forma de senóide porque a intensidade do odor variava bastante. Foi quando notei que o pico do cheiro bergamentício acontecia após um certo barulho bucal, que acontece geralmente quando tomamos líquidos gaseificados. Sim. O infeliz estava arrotando bergamota atrás de mim.
Agora eu pergunto: o que leva um animal desse a ficar arrotando a fruta favorita dentro de um ônibus SEM JANELA. É, a porcaria do T3 que eu estava era daqueles que a janela não abre, é só um vidro.
Dai eu comecei a me lembrar de todas as vezes que eu peguei o T3 e TODAS as bizarrices que já aconteceram. E considerando as minhas experiências anteriores dentro do T3 dos infernos, concluí que dessa vez eu dei muita sorte.
Hoje não foi uma exceção.
Fui trabalhar de ônibus, já que tive de deixar o Bochechudo, meu amado fusquinha, no mecânico. Quando carros com quse 30 anos começam a estalar do nada é porque alguma coisa anda errada.
Estava lá a criatura bizarra. Ou melhor, não estava. Só o que meus parcos sentidos puderam perceber era um cheiro, em forma de senóide, de bergamota. Em forma de senóide porque a intensidade do odor variava bastante. Foi quando notei que o pico do cheiro bergamentício acontecia após um certo barulho bucal, que acontece geralmente quando tomamos líquidos gaseificados. Sim. O infeliz estava arrotando bergamota atrás de mim.
Agora eu pergunto: o que leva um animal desse a ficar arrotando a fruta favorita dentro de um ônibus SEM JANELA. É, a porcaria do T3 que eu estava era daqueles que a janela não abre, é só um vidro.
Dai eu comecei a me lembrar de todas as vezes que eu peguei o T3 e TODAS as bizarrices que já aconteceram. E considerando as minhas experiências anteriores dentro do T3 dos infernos, concluí que dessa vez eu dei muita sorte.
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